segunda-feira, 10 de junho de 2013

DENTES INCLUSOS


O que é?
Muitos dentistas recomendam a extração de dentes inclusos que nasceram apenas parcialmente. As bactérias podem se instalar em volta de um dente que nasceu parcialmente, causando uma infecção, a qual pode se estender para o osso adjacente e tornar-se um problema ainda mais sério. Os dentes inclusos continuam tentando atravessar o tecido da gengiva mesmo quando não há espaço suficiente para acomodá-los. A constante pressão causada por esta tentativa de erupção pode acabar afetando as raízes dos dentes vizinhos. Remover um dente incluso pode evitar uma infecção, danos aos dentes e osso adjacentes, além de evitar um sofrimento futuro.

Os dentes inclusos continuam tentando atravessar o tecido da gengiva mesmo quando não há espaço suficiente para acomodá-los. A constante pressão causada por esta tentativa de erupção pode acabar afetando as raízes dos dentes vizinhos. Remover um dente incluso pode evitar uma infecção, danos aos dentes e osso adjacentes, além de evitar um sofrimento futuro.


Quando é indicada a cirurgia?
É indicada, principalmente quando estes dentes ao se desenvolverem, forçam outros dentes fazendo com que fiquem mal posicionados na boca, levando a má oclusão dentária ou o chamado apinhamento dentário, que pode levar a dores faciais, de cabeça ou mesmo desconfortos mastigatórios.


Como são extraídos os dentes?
Antes de extrair um dente, seu dentista fará uma revisão completa no seu histórico médico e dentário e providenciará as radiografias necessárias. As radiografias revelam o comprimento, formato e posição do dente e osso adjacente. Com base nessas informações, seu dentista poderá avaliar o grau de dificuldade do procedimento e decidir se deverá encaminhá-lo para um especialista, no caso, um cirurgião-dentista. Antes da extração, a área em volta do dente será anestesiada. Os dentistas utilizam um anestésico local para amortecer a área da boca onde a extração ocorrerá.O dente é descolado do osso com um tipo de alavanca, e então extraído com um fórceps 

dentário. Seu dentista também poderá suavizar e remodelar o osso que sustenta o dente. Terminada esta etapa, ele poderá optar Na extração simples, uma vez que a área é anestesiada, por fechar a área com alguns pontos cirúrgicos. 

O que esperar após uma extração?
É essencial manter a área limpa e prevenir infecções logo após a extração de um dente. Seu dentista pedirá que você morda levemente um pedaço de gaze seca e esterilizada, que você deverá manter no local durante 30 a 45 minutos, a fim de estancar o sangramento enquanto o sangue não coagula. Nas 24 horas seguintes, você não deve fumar, enxaguar a boca vigorosamente ou limpar os dentes próximos ao local da extração.

Pode-se esperar um pouco de dor e desconforto logo após uma extração. Em alguns casos, seu dentista poderá prescrever-lhe um analgésico. Colocar gelo sobre a face durante 15 minutos também pode ajudar. Deve-se, também, beber água com um canudo, limitar atividades bruscas e bebidas quentes. No dia seguinte à extração, seu dentista pode sugerir que você comece a lavar sua boca gentilmente com água morna e sal (não engula a água). Em circunstâncias normais, o desconforto deve diminuir num período de três dias a duas semanas. No caso de dor intensa ou prolongada, inchaço, sangramento ou febre, ligue para seu dentista imediatamente.

 Elementos dentários Inclusos podem ser descobertos tardiamente através d exames de rotina

Podem estar associados a lesões 

sábado, 8 de junho de 2013

Tecidos moles em Cirurgia Ortognática

A acomodação dos tecidos moles da face após a cirurgia ortognática se dá com a movimentação dos ossos ja durante a cirurgia. O edema é responsável por variações pós operatórias mais imediatas. Já em pacientes obesos há uma maior dificuldade de relacionamento tecidual principalmente no angulo mento/pescoço pela presença de gordura nesta região. Deve-se avaliar a relação dentária em suas bases ósseas e a quantidade de movimentação envolvida para que não haja comprometimento estético. Sabe-se que em casos de recuo mandibular a tendência em haver um maior preenchimento jugal é maior pelo acomodamento da gordura desta região.



A cirurgia não deverá comprometer ângulos em posturas naturais.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Alergia

    O choque anafilático é a forma mais grave de reação de hipersensibilidade, desencadeada por diversos agentes como drogas, alimentos e contrastes radiológicos. Os sinais e sintomas podem ter início após segundos à exposição ao agente ou até uma hora depois. O quadro típico é o de colapso cardiorrespiratório em poucos minutos. A avaliação e o tratamento imediatos são fundamentais para evitar a morte.
     A perviedade da via aérea, a oferta de oxigênio por máscara e a administração de adrenalina devem ser imediatos e simultâneos. No paciente em colapso, a injeção intravenosa de adrenalina, na dose de 0,3 a 0,5 mg de uma solução de 1:10.000, é preferível. Se o acesso venoso não é disponível, a injeção no plexo venoso sublingual pode ser realizada. O uso subcutâneo da adrenalina, 0,3 a 0,5 mg da solução 1:1000, é indicada apenas àqueles que não estão em choque circulatório. A intubação orotraqueal imediata pode ser necessária. Angioedema e espasmo laríngeo podem tornar o acesso a via aérea impossível. Nestas circunstâncias, a punção da membrana cricotireoídea e ventilação a jato e/ou a cricotireoidotomia cirúrgica podem ser necessárias para manter a oxigenação cerebral.



quarta-feira, 5 de junho de 2013

As placas usadas nas reconstruções mandibulares, promovem o contorno do desenho original da mandíbula e confere resistencia suficiente para manter os segmentos alinhados após a fixação. Com o advento da estereolitografia, que criou a possibilidade de se estudar e se se manipular modelos tridimensionais das partes envolvidas, foi possível o alinhamento destas placas de difícil manipulação devido a sua resistência à torção, compressão e esmerilhamento. Uma vez dobrada e adaptada, a placa passa pelo processo de esterilização, sendo possível o seu uso no trans operatório. 








Implantes Atualizados


terça-feira, 4 de junho de 2013

ENXERTO HOMÓGENO

O avanço da odontologia trouxe a necessidade da utilização de enxertos ósseos na mandíbula e maxila, adequando-os à colocação dos implantes dentários. Frente as desvantagens do enxerto autógeno, como a anestesia geral, sítios de remoção e qualidade óssea, surgiu como alternativa o osso homógeno, captado, tratado e armazenado pelos Bancos de Tecidos Músculo-esqueléticos. O transplante de tecido ósseo consiste em um procedimento simples, podendo ser realizado em consultório odontológico, com a utilização de anestesia local, sendo indicado ainda para correções de defeitos da face e má formações congênitas, reconstruções ósseas de lesões malignas e benignas e doenças periodontais e preparo de leito para implantes.


           OBSERVE O GANHO ÓSSEO APÓS SEIS MESES E SUA INTEGRAÇÃO AO OSSO ADJACENTE




quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

NORMAS DA DISCIPLINA CIRURGIA I

NORMAS DA DISCIPLINA CIRURGIA I
a) Durante as atividades teóricas a chamada será realizada pontualmente no inicio do horário pré-determinado no plano de ensino;
b) É vetado o uso de celulares dentro da sala de aula e de qualquer recinto de atividades;
c) O aluno que atender celular ou sair para fazê-lo, não poderá retornar ao recinto de atividades escolares;
d) Na sala de aula ou centro cirúrgico ou em qualquer recinto de atividades escolares, é vetado o ingresso com bebidas e/ou comidas;
e) Não será permitido fumar ou portar qualquer espécie de bebida alcoólica, dentro dos recintos de atividades escolares;
f) Para todas as atividades teóricas será exigido vestimenta branca, e para sala de ambulatório, vestimenta branca e jaleco branco (conforme normas de biossegurança da escola). Não será permitido o uso de shorts, bermudas, minissaias, camisa regata, sandália (tipo havaiana) e bonés em sala de aula. Todo aluno deverá portar todo EPI (equipamento de proteção individual); consiste em gorro, mascará e óculos de proteção;
g) O aluno deverá possuir todos os instrumentais e material de consumo, para suas atividades ambulatórias, até a segunda semana;
h) Durante todo o semestre será avaliado a pontualidade, vestimenta, organização, interesse e execução dos procedimentos em ambulatório;
i) Serão realizadas três avaliações teóricas, sem haver alterações no calendário das avaliações. A última nota será dada à prática e por seminário;
j) Após cada atividade o aluno será responsável pelo preenchimento de um relatório das atividades diárias, que só terá validade com o visto do professor;
k) As atividades ambulatórias deverão obedecer a um planejamento, a ser divulgado pelos professores da disciplina;
l) As obrigações mínimas para aprovação serão normatizadas pelos professores da disciplina e deverão ser cumpridas por todos os alunos;
m) As trocas de turmas, só serão permitidas na primeira semana de aula;
n) O último dia de atividades em ambulatório deverá ser para entrega de relatórios semestrais das atividades dos alunos;
o) O aluno é responsável diretamente pela conservação dos equipamentos utilizados durante a aula pratica, sendo avaliado pelo comportamento quanto à biossegurança e princípios cirúrgicos;
p) O não cumprimento das normas estabelecidas neste texto implicará a não aprovação do aluno, ao final do semestre letivo.